Dos 23 convocados pelo técnico Dunga para a copa de 2010, 12 jogadores de futebol apenas, deixam de enfrentar desafio sérios.
E os que atuam no meio de campo para frente, a situação é pior, três passaram ilesos (ilesos ,com aspas do certeiro Botelho, de São Paulo, que olho no lance!).
E o energético tão falado e tão pouco focado, passa anos luz do tal pre-conceito, não sei o que é, é psicológico.
Tsunami é psicológico? Erupção vultcanica é psicológico? Terremoto é psicológico?
Que complicação é desincorporar crenças alienigenas.
O GOL:
Essa questão não vem afetando apenas um time de futebol, e sim a percepção do que é objetivo: montar um hospital dentro de cada EQUIPE para se alcançar O QUÊ?
O normal não é NATURAL. O natural é orientarmos nossa natureza autêntica, sem crenças alienigenas que nos desviam da confiança em nossa intuição, em nós mesmos.
A MOVIMENTAÇAO ENERGETICA de TODOS, não só dos jogadores de futebol, das equipes de apoio e dos torcedores está num movimento que é uma incognita para muitos: o de convergência.
ONDE MORAM OS DESAFIOS MORA POSSIBILIDADES DE CONVERGÊNCIA!
FALAR EM COPA é falar de um tema que é preferência nacional: futebol!
Dá fazer qualquer coisa na hora do jogo de futebol que não colocar atenção nos lances?
Há quantas séculos o respeito ao mundo energetico em movimento em homens e mulheres perdeu a nossa atenção?
Esse desafio só você é que pode desembaraçar!
O que não dá para integrar é o mundo energetico em movimento gerenciado por pré-conceitos!
Olho no lance, moçada!
quarta-feira, 12 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
DISSOCIAÇÂO MASSIVA CRIA MULTIPLAS PERSONALIDADES (U.H.)
Os jardins de Lia
Da série: Claude Monet
Lia tem quatro anos.
Ela usa tintas guache e papel.
De quem você COPIOU isso? Pergunta a professora.
A professora chama a mãe de Lia, na escola.
A mãe não vai à escola, conversar com a professora.
A professora diz para a Coordenadora eu já liguei, a mãe não vem.
A diretora diz, a menina tem quatros anos, melhor ligar para o pai.
A professora pergunta: fora do Brasil?
A diretora responde: pode ligar.
Raios! O pai pensa ao desligar o telefone! A professora precisa mesmo de ajuda!
A professora mostra ao pai os desenhos de Lia.
O pai sorri. A professora escreve Monet, a cada desenho de jardim de Lia.
Quem ASSINOU os desenhos de Lia? Pergunta o pai!
Pai, pergunta a professora que não sabe o nome dele, você não conhece os Jardins de Monet?
Eu e Lia estivemos nas férias em Paris, isso vai passar. Aos 2 ela tocava piano.
Da série: Claude Monet
Lia tem quatro anos.
Ela usa tintas guache e papel.
De quem você COPIOU isso? Pergunta a professora.
A professora chama a mãe de Lia, na escola.
A mãe não vai à escola, conversar com a professora.
A professora diz para a Coordenadora eu já liguei, a mãe não vem.
A diretora diz, a menina tem quatros anos, melhor ligar para o pai.
A professora pergunta: fora do Brasil?
A diretora responde: pode ligar.
Raios! O pai pensa ao desligar o telefone! A professora precisa mesmo de ajuda!
A professora mostra ao pai os desenhos de Lia.
O pai sorri. A professora escreve Monet, a cada desenho de jardim de Lia.
Quem ASSINOU os desenhos de Lia? Pergunta o pai!
Pai, pergunta a professora que não sabe o nome dele, você não conhece os Jardins de Monet?
Eu e Lia estivemos nas férias em Paris, isso vai passar. Aos 2 ela tocava piano.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Complexo de vira-lata
Conhecem Nélson Rodrigues? Um gênio. Possui frases lapidares para pensar o Brasil, o mundo, o cotidiano.
Quase sempre, quando leio alguns e-mails dos professores e quando escuto algumas falas nossas, duas frases dele me vêem a mente, primeira: “o brasileiro é um narcisista às avessas, cospe na própria imagem.” A segunda é a tese dele sobre o complexo de vira-lata. Para ele só perdemos esse complexo, quando nos tornamos campeões mundiais em 1958. Sim, Nélson como eu amava o futebol. E fazia ode aos artistas do campo. Naquela época, eles ganhavam menos, mas eram mais fabulosos e espetaculares. Faziam coisas e provocavam emoções que não tem preço.
Desde menino é esse encanto e essa paixão que nos conduz aos gramados, a saber, o desejo delirante de fazer coisas que todos fazem- driblar, marcar gol, correr, suar, ter seu nome ovacionado pela torcida- contudo o que ainda se deseja é mais e é outra coisa que esta para alem disso e não tem preço. Ilusão? Utopia? Fantasia? Sonho de criança? Realização material? Juro que não sei o nome. Mas dialoga muito com um preenchimento interno, uma sensação de satisfação plena, algo como se encontrar naquilo que se faz. Esse encontro mágico, que sempre foi a marca de todas as profissões, segundo Marx o capitalismo tirou. Antes o artesão em sua produção laboral, ao termino do seu trabalho, via-se e reconhecia-se naquilo que houvera produzido. E esta produção tinha a sua marca. Seu labor tinha a assinatura dele. Com as corporações de oficio, a divisão de trabalho, o mesmo artesão que produzia uma carroça inteira, agora fazia apenas uma parte. E nesta parte produzida, ele não via mais a si mesmo. Ele perdeu-se. Houve um aumento da produção, contudo, ele perdeu a sua imagem, sua identidade. O funcionário da Fiat que coloca portas traseiras direitas, mecanicamente, por uma jornada semanal de seis horas, por anos consecutivos, não tem a impressão de ter feito nenhum carro ao se aposentar. Esse é um esvaziamento do mundo do trabalho que alcança o mundo do ser, pois nos realizamos e nos fazemos no trabalho. E se esse trabalho é esvaziado de sentido e de plenitude, se nesse trabalho, não nos vemos e nos construímos, há uma desvalia. Não do patrão, dos colegas, mas, primordialmente, nossa. Nós vamos perdendo a alegria, a satisfação. Nós vamos nos deluzindo até não sermos, ou nos tornarmos a negação do que somos.
Os jogadores de futebol, sem nenhuma escolaridade, sabem manter a chama interna acesa. E ganham fortunas apenas por isso. Assim como músicos, atores. O professor é um tanto de todas essas coisas, mas ainda não perdeu o complexo de vira lata. Ele acorda pela manha e espera que os alunos, os pais, o governo o valorize. Creio que isso só acontecerá depois que nos valorizarmos. E se valorizar tem tudo a ver com ganhar 300 mil reais por semana e nada a ver com isso. A valorização faz parte de um respeito por si mesmo que não é dado e nem tirado por ninguém: aluno, pais, governo. É um modus operanti interno.
Isso tudo é para dizer que não sabemos o peso que temos. Um professor nos contava em uma banca de mestrado, que trabalhou na universidade federal do Rio de Janeiro, hoje ele é professor da UEMG. La, ele trabalhou com Ivo Pitangui e no cartão do maior cirurgião do mundo, estava escrito em destaque: PROFESSOR. Juízes, desembargadores, médicos fazem a mesma coisa. Todos fazem questão de se mostrarem professores e de serem tratados como tal. Até o nada republicano Anastasia gosta de ser chamado de professor entre os seus pares. Ele foi paraninfo da turma de direito da UFMG de 2008-9 (não me recordo mais) e não referiram a ele como vice-governador hora alguma, apenas como professor.
Ser professor é um status elevado, um diferencial significativo no mundo do trabalho. Há um respeito pelo fato de ser professor e ele não é maior, porque temos complexo de vira lata. De forma que o único lugar que paga mal aos professores é o Estado de Minas Gerais. E é igualmente na rede publica estadual que se encontra, infelizmente, toda má sorte de profissionais. Inclusive porque qualquer um pode lecionar. Uma diretora me pedia para que se eu soubesse de aulas de Filosofia e Sociologia contasse para a filha dela que faz direito. Eu não posso advogar. Outro dia um fonoaudiólogo estava dando aula de biologia em nossa escola- João Paulo I. Minhas amigas mesmo conhecendo o aparelho fonador, não podem clinicar. Mas dar aula no Estado, qualquer um pode. E isso nos desvaloriza muito. De forma que as prefeituras já pagam melhor. A rede privada paga melhor. O governo federal paga melhor. Precisamos levantar a cabeça e termos orgulho do que fazemos. Devemos parar de cuspir na nossa própria imagem. A Vanessa Guimarães Pinto e a Renata Vilhena já fazem isso por nós.
Bjs em todos e a greve permanece. Porque em Minas estamos recuperando o orgulho de sermos educadores.
Kélsen André.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
As múltiplas dimensóes do ser

Qualidades....
Muitas, muitas delas a administrar...todas pedindo expressão em você!
Os sistemas obsoletos são como programações viróticas que formatam seu HD pessoal .
A expressão individualizar-se não é nova.
Nova é liberdade do ser em participar como regente de sua própria orquestra, em harmonia com orquestras tão diversas em únissono.
Um "eu" padronizado e engessado em curvas normais?
Você pode sentir e perceber que esse "eu" não existe, por mais que você tente soca-lo com a desculpa de que isso é "educação"?
A possibilidade de uma "escola" que não ensina é absurda para as programações viróticas que se repetem à exaustão.
Qual é o futuro possível a programações que repetem o passado? A repetição de desafios seculares sem solução?
Você é livre para escolher novas ferramentas disponíveis ao equilíbrio entre múltiplas dimensões do ser.
É muito mais simples do que parece.
É você em plenitude!
CRIAR-TE BH!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Abusos físicos e psicológicos
Os especialistas podem utilizar zilhóes de visóes de mundo para explicar da onde vem esses abusos!
Isso funciona?
Não apenas educadores, como os chamados profissionais de ajuda, são afetados por essas situações que podem parecer naturais hoje!
É possível lidar com abusos físicos e psicológicos ou com outros seres humanos que passam por isso, com instrumentos obsoletos?
O HD do nosso computador é também chamado de "memória de massa".
Depois de passar por inúmeras experiências de abusos fisícos e psicológicos, o programa começa a funcionar sózinho, como um virus repetindo a mesma programação!
A escolha de sair da "memória de massa" é livre ao ser.
Tudo começa com sua escolha de buscar novas ferramentas!
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